Não. É uma camada antes — para reduzir o número de hipóteses caras que chegam ao campo. Você simula dezenas de cenários, leva ao campo só os que sobreviveram. A pesquisa real fica melhor focada, não eliminada.
Não. São arquiteturas cognitivas calibradas contra estratos populacionais e a literatura comportamental — nunca modelamos um indivíduo identificável. A unidade é a coorte, não a pessoa.
Toda saída vem como banda de incerteza, não como número único, e acompanha um cartão de proveniência com as fontes de calibração e uma análise de sensibilidade. Tratamos isso como instrumento científico, não como bola de cristal.
Porque é o teste mais duro. Um modelo que se sustenta em mercados tão heterogêneos quanto os brasileiros é mais honesto do que um calibrado num público homogêneo. A densidade cultural daqui é nossa calibração, não nossa fronteira.
Policiamento preditivo, segmentação eleitoral partidária, precificação em violação à LGPD, modelos sobre trabalhadores sem consentimento. O registro de recusas é público — "não" faz parte do produto.
Apenas por convite, em coortes. Respondemos a um número pequeno de solicitações por vez para manter a calibração próxima e o cuidado alto. Escopo é definido por decisão, não por assento.